Quero sair por aí,gritando qualquer frase que traduza essa agonia. Quero expelir minha angustia nos parabrisas, subir nos telhados, cuspir fogo pelas esquinas. Vomitar meus palavrões na cara dos passantes. Rasgar a roupa e o verbo. Estampar a minha loucura nos muros da cidade.
Quero esquecer quem sou eu. De que me adianta lembrar, e não saber?Quero assumir o descontrole.Desidratar de chorar.
Sufocar,soluçar , correr, cair, sumir.
domingo, 28 de setembro de 2008
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
....até o proximo carnaval
Só queria contar a ela que nem toda paixão se consuma. Só queria explicar que nem toda paixão nos consome. Fazê-la entender que nem toda paixão dói, ou destrói. E quando dói, não mata. Quando destrói, quebra só um pedacinho, e uma hora acaba sarando. Que pode acontecer qualquer coisa, ou nada. E que a dúvida é o tempero dessa maluquice que a gente costuma chamar de vida.
Falar para não sentir medo sem motivos, mas quando não conseguir evitar os fantasmas, que fique quietinha, não pense em nada, e espere o dia amanhecer. E para nunca esquecer de que com a luz do sol, todos os fantasmas vão embora. E se um dia, o sol não resolver... é só me chamar!
Falar para não sentir medo sem motivos, mas quando não conseguir evitar os fantasmas, que fique quietinha, não pense em nada, e espere o dia amanhecer. E para nunca esquecer de que com a luz do sol, todos os fantasmas vão embora. E se um dia, o sol não resolver... é só me chamar!
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