Era por ali que passava. Tudo passava quando olhava para lá, como se a espuma pintasse de branco as dores vermelhas . Deixava mais rosa o coração. O barulhinho, quase um mantra, que acalmava a alma, a mente, o mundo agitado aqui dentro. A vida explodia em cores novas. E quando a jangada já tinha levado tudo o que não precisava ser guardado em mim, era hora de levantar e voltar para casa.
Um comentário:
"Ai, ai que saudade ai que dó, viver longe de Maceió"
Tu ainda volta mulé, e fumaremos uns cigarros no posto 7, confabulando sem cansar pela milésima vez sobre qualquer música do Chico! Um bj
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